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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Fazia-se na mesma mas em mais bonito

Neste dia de celebração, para não parecer que me apanhei de feriado e lancei âncora no sofá, e já que hoje a liberdade anda na boca de toda a gente (grande porca), aqui vos deixo algumas interpretações fofinhas do que é afinal este conceito. O de ser livre.

 


 
 
Encham-me os jornais e os telejornais de retrospetivas de quatro décadas, andem lá pelas ruas a gritar palavras de ordem ainda atuais, entupam-me os tímpanos pela milionésima vez com as mesmas canções. Mas pordeus não me agitem cravos à frente do nariz.
Se há flor que me mexe com os nervos são os pindéricos dos cravos.

Então não se fazia uma revolução tão mais bonita com tulipas? Com frésias? Até com jarros?
“Ah e tal mas isso também faz parte da liberdade. Podermos poluir com flores horrorosas tudo o que é cartaz e folha de revista. Porque somos livres.”

Não dá para falar convosco.
Adeus.