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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

E agora algo completamente diferente

Juntem-se, mulheres de ovários robustos, sem manchas de ranho nas blusas de seda, com blusas de seda e em cujas vidas uma mamada não envolve a passagem de leite de um mamilo para uma boca forrada a gengivas.

Contemplem comigo esta opção, cada vez menos exótica, mas ainda capaz de fazer a minha mãezinha prometer ir a Fátima se eu me casar este ano e produzir um três bebés antes "que seja tarde demais".


Talvez esteja a perder a melhor coisa do mundo, dirão as mulheres de olheiras até onde antes tinham mamilos e mamilos a bater onde antes faziam depilação brasileira. Talvez, digo eu, enquanto leio um livro à beira-rio, depois de sair do trabalho e antes de ir para um apartamento cheio de mobiliário com arestas e sem perigo iminente de amputação-de-membros-inferiores-gangrenados-por-aplicação-forçada-de-legos-esquecidos.

São opções que se fazem e que eu respeito, vivendo a máxima "cada um deve ter na sua vida as mamadas que escolheu".

Eu sou uma Mulher Mesmo de Sonho e esta mensagem não foi aprovada pela minha mãezinha.