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sábado, 8 de fevereiro de 2014

A pergunta para a qual nunca estaríamos preparados

De certeza que já viram o pedaço de "televisão" mais abjeto e cruel dos últimos dias. A viralidade das redes sociais assegurou que a quantidade certa de horrorizados espectadores desenvolvesse em si a quantidade certa de asco.

Carlos Dias da Silva, numa rasca imitação de um popular programa de televisão, "entrevista" jogadores de futebol, para a Benfica TV, aparentemente achando-se no direito de ali escarafunchar de forma alarve no desgosto alheio.
E pelo caminho aleijar-nos as córneas com o branco dos seus dentes de porcelana.

Se não viram, devo insistir para que invistam (percam) alguns minutos do vosso dia, garantindo que criam em vós o sentimento certo para a pergunta que vos quero colocar. É nojento mas aconteceu. Para os mais apressados, podem começar no minuto 8.


Então já está? Tudo a sentir? Vamos lá então. "Preparados para a pergunta?"
Prezado leitor, trocaria o prazer de sodomizar o Carlos Dias da Silva com um cacilheiro, seguido de uma exfoliação da sua (dele) zona perianal com ácido, seguido da aplicação continuada de uma tábua com pregos ferrugentos na sua (dele) zona genital, por... Esquecemos isto, certo? A resposta é clara.

Contorce-me o coração ver o Silvio, feliz pelo momento profissional que está a atravessar, com um filho a caminho, a vida a correr bem, e que, quando confrontado com este homenzinho oco, sem um pingo de empatia e respeito, tenta secar as lágrimas e falar por entre soluços, e ainda aceita o abraço que este pequeno canalha lhe dá no final do programa. Merecia melhor. Muito melhor. Merecíamos todos, incluindo a Benfica TV.

Eu já tenho o ácido, os pregos e a tábua. Quem é que fala com a malta dos cacilheiros?

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Ele é que veio contra mim!

Após anos de avaliação, posso hoje afirmar com segurança que os sensores de estacionamento do meu carro e a minha mãe são primos.

Ainda o passeio está a distância suficiente para lá caberem dois cacilheiros e já estão os bons dos sensores com o seu pi-pi-pi-pi enervado a dar sinal. É tal a histeria que acho sempre que já matei alguém. E pior que tudo, sem a satisfação de dar por isso.
Já a minha mãe, apesar de ter a mesma escola, além da pressão auditiva, assegura-se sempre que a faz também de forma visual. Agarrar-se à pega por cima da porta, como se a própria existência dependesse disso, é um bom exemplo. O travão virtual é um grande clássico. E se formos na auto-estrada a conversa resume-me a monossílabos. Estou convencida que vai a rezar ao mesmo tempo.
E perguntam vocês: “Mas esta Mulher de Sonho conduz mal?”
E eu digo “Estejam calados! Sabem lá o que dizem! Esta Mulher de Sonho é uma exímia condutora e estacionadora (e inventora de novas palavras) de veículos automóveis. Esta Mulher de Sonho até já conduziu camionetas. E chegou ao destino sem velhinhas ou pombos agarrados à grelha frontal. Estão arrependidos? Pronto, então ajudem-me lá a encontrar um sítio para arranjar a jante que destruí num passeio e não se fala mais nisso”.