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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Valha-nos isto

Tomem lá imagens bonitas de Natal.

Bom para quem vibra com esta época mas também para quem precisa de acalmar instintos homicidas.

Para os primeiros, uma noite feliz. Para os outros, uma hora pequenina.



















segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Senhores, eis aqui a solução!

Caríssimo leitor que ainda não comprou presente para a sua senhora: sim, sim, o cavalheiro aí do outro lado. Não tem vergonha? O que é que tem andado a fazer, para além de tirar macacos na fila de trânsito e de babar fins-de-semana inteiros em frente à playstation? Hã? Nada, não é? Uma ou outra masturbação e é isto a sua vida. Não tem desculpa, pois não? Claro que não.

E portanto, propõe-se o desesperado leitor a enfrentar hoje, ou mesmo amanhã, a fúria cega das massas que se enfiam num shopping em vésperas de Natal. As filas intermináveis, os artigos que já não há no tamanho dela, o talãozinho de troca que vai denunciar a sua falta de empenho.

É bom que seja uma joia. Depois não diga que não avisei.

E sabe o pior? É que de certeza que ela já escolheu o seu presente há semanas. Que já o foi comprar e esconder num cantinho lá de casa. Estará certamente num sítio onde ela sabe que o prezado leitor nunca irá. Talvez no armário dos tachos e das panelas. Ou na arrecadação, por trás daquele candeeiro que lhe prometeu que pendurava, já lá vão 6 meses. Ou mesmo dentro do cesto da roupa suja, cujo conceito, o limitado leitor, por ser possuidor de órgão reprodutor masculino, ainda não conseguiu compreender. Repita comigo: a cueca suja vai para DENTRO do cesto. Não fica À VOLTA do cesto nem POR CIMA do cesto.

Mas à frente, que divago.

Embora não mereça, nada tema! Esta Mulher de Sonho, por ser de sonho, tem infinita paciência para as particularidades masculinas (mas não vamos abusar, está certo?) e traz-lhe hoje a solução. O antídoto. A cura milagrosa!

Não só é algo de que a sua senhora certamente gosta (se não gosta, troque de senhora), como pouco pesará no seu orçamento. Mesmo que se esmere, nunca custará o mesmo que uma joia ou um trem de cozinha (seguido de lágrimas, seguido de greve de sexo, seguido de joia).

O empenho que vai exigir a sua preparação tornará este um presente verdadeiramente especial e estreitará os laços entre o casal. De forma simples: ela vai adorar.

Aproxime-se então, curioso leitor, e veja (e oiça) AQUI, o que lhe proponho, que eu não estou aqui para enganar ninguém. É tudo de coração.

É ou não é a solução que estava à procura? Claro que é!
Siga já para o chinês comprar uma caixa e uma tesoura e nem precisa de agradecer!

E se ela não gostar, já sabe: uma joiazinha faz milagres. E tente lá acertar à primeira para não ter que entregar o talão. Veja lá isso.

* Para grande alegria de uma larga quantidade de pipis, um dos moços do vídeo vem dar um concerto em Portugal no próximo ano. Percebeu quem era, certo? Pelo sim, pelo não, que tal juntar um bilhete para o Rock in Rio ao restante presente? Assim, até pode ser que o Pai Natal lhe deixe um felácio no sapatinho.

Quem é amiga, quem é?



sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Há dias assim

Coisas que eu fiz ontem:
  • Conduzi a 190 km/h
  • Tive uma reunião com mais de 20 pessoas
  • Preenchi um livro de reclamações
  • Comprei uma picadora e um rádio a pilhas
  • Fiquei retida em frente a uma porta automática que não abriu automaticamente (só quando mudei de porta e outras pessoas se aproximaram) (discriminação!!)
  • Parti uma unha
  • Limei uma unha
  • Pintei as unhas
  • Recebi um postal de Natal feito de cortiça 
  • Ofereceram-me uma Barbie Mariposa
  • Segurei numa bola de espelhos
  • Fiz duas viagens à boleia
As Festas são sempre tempos estranhos.
O que virá lá hoje?



quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

A histeria dos outros controlada em segundos

O meu pai morreu no Natal.

Adoro dizer isto a quem me pergunta pelo meu espírito natalício.
Se forem mesmo muito insistentes e pegajosos, falo no cancro.
Inoperável.

Mal termino a frase, parecem chitas. A correr doidas pela savana.

Infelizmente é verdade e acho que até lido bem com o assunto.
Mas não me venham cá com alegrias impostas! Eu sou feliz quando quiser e/ou puder e não de cada vez que enchem as ruas de luzinhas brilhantes.

Vamos lá ver: eu também gosto de sexo mas não é por isso que ando a inundar o telemóvel dos amigos e conhecidos, com mensagens comemorativas, de cada vez que tenho um orgasmo.
Nem me chegava o orçamento.

Se eu respeito os vossos pais natais trepadores e presépios com ovelhinhas e musgo, respeitem os meus enfeites de Natal armazenados no fundo da despensa.
Ou isso, ou podem enfiar o vosso lindo pinheirinho onde a estrela que guiou os Reis Magos não brilha.
Pode ser?


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A arte de vender preservativos

Eu sou por tudo o que não cause sofrimento animal. Mas há coisas difíceis de compreender.
Como esta.


O anúncio até nem começa mal. Há ali factos, sim senhor, e matéria visual de (algum) interesse. Mas num ápice tudo descamba e ficamos com aquela sensação de "Hã??”.

Mas a malta da Glyde não se quis ficar por aqui. Não, não. Porque quando uma campanha é fofinha, há-que insistir. Assim, por exemplo.


Pronto, agora já sabíamos que dali não vinha coisa boa. Mas ainda assim, não é fácil de engolir. Se é que me entendem.

E é então que, à terceira, se entorna o copo de vez e dá nisto.


Para os mais desatentos, fisting consiste em inserir a mão, até ao punho, dentro do parceiro sexual. Na vagina (para quem a tem) ou no ânus (esse buraco democrático). Divertido para quem gosta de falar e ouvir o eco da própria voz.


Nesta época natalícia, fica portanto a dica para a estimada leitora com preocupações veganas, que aprecia sexo oral sem gosto a luva de cozinha e gosta de meter (ou ter metida) uma mão aqui e acolá. Este é o produto dos seus sonhos. E vende-se online, aqui.

Para si ou para a troca de presentes de Natal lá em casa.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Carta aberta a gestores de centros comerciais

Caríssimos senhores,

Estamos nos primeiros dias de novembro.
Na semana passada era outubro.
Estamos a 25 dias de dezembro.
Agora todos comigo: faltam CINQUENTA dias para o Natal.
Dá para perceberem isto antes que eu tire a catana da arrecadação e desate a decapitar renas feitas de luzes? Que febre é esta com que cada vez nos brindam mais cedo? Hã?
O que têm a dizer às vossas vítimas?
Reparem, eu não desgosto do Natal. Vejo valor na reunião da família, na troca de afetos, nas mesas cheias de doces e nas arcas congeladoras a cuspir rabanadas até março.
Eu já tive a minha (gigante e plástica) árvore de Natal a ocupar metade da sala até fevereiro. Caramba, eu tenho o “Christmas”, um patético CD do Michael Bublé a cantar esta merda. E mais grave: oiço-o! (sim, sim, guilty pleasure)
Mas, por deus. Não é em setembro!
Qualquer dia não se pode entrar na Loja do Gato Preto depois de agosto e vamos andar a escolher bikinis e saídas de praia ao som do Jingle (fucking) Bells.
Eu até compreendo que queiram estimular o consumo. O que vier a acontecer nos vossos espaços comerciais, sobretudo. Nada contra. Mas terão os senhores noção dos instintos homicidas que andam a provocar nos consumidores?
Quem não desejou dar um pontapé nos testículos de espuma de um Pai Natal dançante que atire a primeira pedra. E se possível, que seja em direção à menina da perfumaria que faz embrulhos com a mesma qualidade com que os faz a minha tia Alcina (que já tem cataratas há 11 anos e nem um único dedo sem artrose).

Se oiço um “Boas Festas” antes de 15 de dezembro enfio um banano num lojista.
Ficam avisados.