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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Era uma vez

Era uma vez um pensamento meu
Quase podia ser segredo teu
E meu
Era quem sabe um tempo de inventar
Subires o meu corpo
Caíres do meu sonho
E ficares em nós

Era uma vez um sonho que não sei
Que se fez asa, sopro, ar
Quase lhe toquei
E a pressentir porquê fui atrás
E ainda o vi
A esconder-se em mim
Era talvez um tempo pra te dar
Era talvez um tempo de te amar

O tempo que não foi tempo não passou
O sonho que se fez pele e se guardou
aqui ficou
Como se fosse sopro, asa, ar, escondeu-se em nós
E no teu olhar
Fica pra sempre um tempo de te amar



sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Ice cream castles in the air

Ontem fui ver um fantástico concerto tributo a Joni Mitchell.
Aline Frazão, Amélia Muge, Ana Bacalhau, Cati Freitas, Fábia Rebordão, Luísa Sobral, Mafalda Veiga, Manuela Azevedo (que foi brilhante), Márcia e Sara Tavares, cantaram maravilhosamente, enquanto o António Jorge Gonçalves ilustrava digitalmente, e em tempo real, as melodias.
Foi mágico. Pena não ser todos os dias.

Gosto de muitas, mas nenhuma me acende as luzes da alma com maior vigor do que esta linda canção.
Tudo o que é pele de pessoa se transforma em pele de galinha.
Querida Joni, cante lá para os senhores.
Senhores, é aumentar o volume, fechar os olhos e ouvir esta maravilha.

Bom fim-de-semana!


Moons and Junes and Ferris wheels
The dizzy dancing way you feel
As every fairy tale comes real
I've looked at love that way

But now it's just another show
You leave 'em laughing when you go
And if you care, don't let them know
Don't give yourself away

I've looked at love from both sides now
From give and take, and still somehow
It's love's illusions I recall
I really don't know love at all

Tears and fears and feeling proud
To say "I love you" right out loud
Dreams and schemes and circus crowds
I've looked at life that way