Mostrar mensagens com a etiqueta IKEA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta IKEA. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A importante problemática dos cabides

Ontem no palácio da Mulher de Sonho sonhou-se um roupeiro de 2 metros de largura, com lindas portas de vidro fosco a deslizar como as atléticas patinadoras do gelo que tantas horas me fizeram sonhar em criança.

E do sonho se fez realidade, embora a montagem de alguns artigos do IKEA - como a deste cabrão deste roupeiro - pareça exigir a presença de dois engenheiros da NASA e não dos tipos sorridentes que aparecem nas instruções de montagem.


Como nunca fui miúda de voltar as costas a um desafio, aconteceu magia. O lindo, imponente e, muito em breve, demasiado pequeno roupeiro foi construído com suor, zero lágrimas e algum sangue (cortei o dedo numa caixa de cartão).

Agora que o bicho está de pé (vá lá, não sejam ordinários), e porque este roupeiro veio fazer companhia a um irmão ainda maior que já me levou todos os cabides, precisei de arranjar mais soluções para pendurar camisas e blusas.

Embora prefira os cabides de madeira e os utilize para casacos e blazers, os de arame (da lavandaria) são a solução ideal para as restantes peças. Quem tem alguma muita roupa, como eu, sabe a dificuldade que é organizar roupeiros por causa do espaço que os cabides de madeira ocupam. Quando comecei a usar estes magritos, o meu espaço triplicou e nunca mais os larguei.

E perguntam vocês: mas ó maravilhosa Mulher de Sonho, como conseguimos deitar mão a esses cabides mágicos sem fazer obscenos investimentos em lavagem a seco? Ora bem, eu perguntava-me o mesmo até encontrar a Loja dos Cabides, que podem visitar aqui. Há para todos os gostos, mas estes custam 0,07€ por unidade (vendem-se em conjuntos de 100) e são entregues no conforto da vossa morada. Não é espetacular? Eu acho que sim e já os tenho a caminho.

Outra vantagem destes cabides é que podem ser reaproveitados para fazer coisas bem giras. Vejam algumas sugestões abaixo e digam lá se o metal não é o que está a dar.







E para as mais habilidosas



terça-feira, 12 de novembro de 2013

Depois de Paris, NY e Milão: Alfragide

E andar 20 minutos a desfilar no estacionamento do IKEA sem saber do carro?

Sapatos de saltos (muito) altos: sim.
Confiança e sensualidade: sim.
Chãozinho de cimento e gases tóxicos: sim.
Duas toalhas azul-bebé, uma frigideira e um vaso com um cacto, tudo quase a cair das mãos: enfim...


 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Tenho um part-time e não sabia

Esta coisa de pôr os clientes a desempenhar papéis fundamentais para o processo de compra tem a sua graça. Tenho percebido ultimamente que tenho part-times no Continente, no Jumbo, na Decathlon, na FNAC e no IKEA. E cheira-me que não ficarei por aqui.

Com uma lata bestial, estes senhores sugerem que, se não queremos ficar na fila para pagar – PORQUE ELES NÃO DISPONIBILIZAM CAIXAS EM QUANTIDADE SUFICIENTE (ficava mais caro, não era?) – que o façamos nós em locais que nos transformam em perfeitos mentecaptos sem capacidade para conseguir que o fdp do leitor encontre o fdp do código de barras.
Avançamos alegremente para esta modalidade self-service, satisfeitos, por ter caixas “rápidas” e lá ficamos, em quase 100% das vezes, com ar de rafeiros abandonados, à procura de quem nos ajude a registar o saco das cebolas ou a caixa de gilletes que vem fechada num cofre-forte.
(a propósito, qual é o bando que anda aí a roubar gilettes como se não houvesse amanhã?)
(eu acho que mais valia fecharem as tabletes de chocolate ou os bollycaos, mas eles lá saberão).

Tudo isto para dizer que eu nem me importo de acumular estes part-times, mas senhores, mandem lá o chequezinho, sim?
Já bem basta dar-vos o privilégio de deixar o meu perfume nos vossos corredores.
Rápido e à ordem de Mulher de Sonho. Vá.